"- Eu não fiz nada! Eu não entendi nada!"
O processo de pensar sobre o próprio pensamento, de reflectir sobre as próprias decisões, ou seja, a capacidade de Introspecção.
sábado, 17 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Msn dos famosos
O msn é uma ferramenta bastante utilizada no mundo hoje em dia. Quase todo mundo o usa para se comunicar instâtaneamente. Por isso, para ilustrar o quanto esse software faz sucesso, vejam como seria o msn de algumas pessoas famosas e alguns personagens conhecidos. Para ampliar, clique na imagem.
William Bonner
Xuxa
Bill Gates
Seu Madruga
Cris
Batman
Silvio Santos
Goku
Lula
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Strangers in the night - Frank Sinatra
Ouvindo, curtindo e relaxando na calada da noite. Lembrando da infância ao ouvir essa música em filmes e programas de TV. Lembrando do passado, de momentos da minha vida que nunca mais voltarão. Lembranças que se associam com o presente. Pois é, só essa música me traz muita nostalgia, tanto pela letra, como também por que gosto do clima da noite, me sinto triste e ao mesmo tempo tranquilo, paradoxalmente falando. Um clássico da música internacional na voz marcante de Frank Sinatra. Ouçam, curtam e relaxem... de preferência na serenidade da noite.
Strangers in the night, exchanging glances
(Desconhecidos na noite, trocando olhares)
Wondering in the night
(Admirando-se na noite)
What were the chances we'd be sharing love
What were the chances we'd be sharing love
(Quais eram as chances que poderíamos ter de nos apaixonarmos)
Before the night was through.
Before the night was through.
(Antes que a noite terminasse)
Something in your eyes was so inviting,
Something in your eyes was so inviting,
(Alguma coisa em seus olhos era tão convidativa)
Something in your smile was so exciting
Something in your smile was so exciting
(Alguma coisa em seu sorriso era tão excitante)
Something in my heart,
Something in my heart,
(Alguma coisa no meu coração)
Told me I must have you.
Told me I must have you.
(Disse-me que eu deveria tê-la)
Strangers in the night
Strangers in the night
(Desconhecidos na noite)
Two lonely people, we were strangers in the night
Two lonely people, we were strangers in the night
(Dois solitários, nós éramos desconhecidos na noite)
Up to the moment
(Até o momento)
When we said our first hello.
(Até o momento)
When we said our first hello.
(Quando dissemos nosso primeiro "olá")
Little bit we know
Little bit we know
(Mal sabíamos que)
Love was just a glance away,
Love was just a glance away,
(O amor foi no primeiro olhar)
A warm embracing dance away, and
A warm embracing dance away, and
(Um abraço caloroso ao dançarmos e)
Ever since that night we've been together.
(Desde aquela noite, estamos juntos)
Lovers at first sight, in love forever.
Lovers at first sight, in love forever.
(Amantes à primeira vista, apaixonados para sempre)
It turned out so right
It turned out so right
(Tudo saiu perfeito)
For strangers in the night.
For strangers in the night.
(Para desconhecidos na noite)
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Poesias...
Talvez eu não leia tantas poesias quanto gostaria, mas de vez em quando encontro uma com a qual me identifico, que me faz refletir sobre a vida, sobre tudo e todos que estão ao meu redor. E essas poesias são as que acho que valem a pena serem lidas. Dependendo do poema, em poucos segundos de leitura, viajamos por muito tempo no que a poesia trata, nos relacionando seja direta ou indiretamente com que ela quer dizer. Compartilho aqui duas poesias das mais lindas que li ultimamente. A primeira, vi sendo recitada pela personagem "Vivian", na série "Um Maluco no Pedaço", no final do episódio "Sociedade do poeta vivo''.
TRÊS FORMAS DE HISTÓRIA E CULTURA
Eu penso no tempo
em que estarei tranqüilo...
Quando as vaidades
e as paixões fúteis se consumirem,
e os meus olhos, minhas mãos
e minha mente
poderão enternecer...
Finalmente...
E as canções serão suaves
e flutuarão no ar...
A segunda encontrei por acaso, enquanto procurava pela primeira. Ela é bem reflexiva também e tão profunda quanto.
O TEMPO
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
(Mário Quintana)
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
(Mário Quintana)
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Definitivo - Poema
Definitivo
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Vivo faz clipe de "Eduardo e Mônica"
A música "Eduardo e Mônica" da banda Legião Urbana, cantada e escrita por Renato Russo, ganhou um clipe pela primeira vez. A Empresa telefônica Vivo, aproveitou os 25 anos que a música foi feita e produziu um clipe, dirigido por Nando Olival. Esse curta-metragem tem 4:09 de duração e faz parte da campanha da empresa para o Dia dos Namorados. Eu como fã da Legião gostei bastante da homenagem. Cada descrição dos lugares e momentos cantados na música foram gravados no clipe, com passagens bem feitas de uma cena para outra. Os atores também convencem, apesar das poucas cenas. Esse clipe ajuda a representar mais ainda, essa romântica história de amor cantada por Renato nos anos 80, que ainda contém situações que ocorrem até os dias de hoje com vários casais. Assistam o clipe a seguir:
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Louco Amor
Crazy Love/Louco Amor
Quando à conheci tinha 16 anos
Nós fomos apresentados em uma festa, por uma pessoa que se dizia ser meu amigo.
Nós fomos apresentados em uma festa, por uma pessoa que se dizia ser meu amigo.
Foi amor a primeira vista
Ela me enlouquecia.
Ela me enlouquecia.
Nosso amor chegou a um ponto que eu não conseguia viver sem ela
Mas era um amor proibido.
Meus pais não à aceitavam
Fui repreendido na escola e nós passamos a nos encontrar as escondidas.
Mas eu não agüentava mais, eu estava louco.
Eu a queria, mas não a tinha.
Eu não podia permitir que me separassem dela
Eu a amava: eu bati o carro, eu quebrei tudo dentro de casa e quase matei minha irmã. Estava louco, precisava dela.
Hoje tenho 39 anos; eu estou internado em um hospital, eu sou inútil e vou morrer abandonado por meus pais, meus amigos e.... por ela
Seu nome?
Cocaína
Cocaína
Cocaína
A ela eu devo meu amor, minha vida, minha destruição
e minha Morte.
(Freddie Mercury)
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